quarta-feira, 21 de maio de 2008

Comunicação interna segmentada


Os veículos de comunicação interna tradicionais sempre são necessários e fundamentais para que a Empresa se relacione com seus colaboradores: jornal, mural, e-mail marketing.

No entanto, assim como na relação com seus diversos públicos externos, quanto mais segmentada a linguagem e o veículo, mais eficácia nos resultados.

Que tal entregar para motoristas de caminhão (funcionários de empresas de transportes) um CD com linguagem de rádio que combina entretenimento e informação. A Small Distribuidora de Combustíveis está distribuindo um CD com uma hora de duração contendo música, dicas de direção segura, saúde, campanhas de incentivo, informações sobre a cultura organizacional, entrevistas, dentre outras. O motorista poderá em suas viagens atualizar seus conhecimentos e melhorar seu desempenho profissional através do CD.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Uma ação simples e eficaz para a Comunicação Interna


A comunicação através de e-mail marketing já é amplamente utilizada pelas empresas para se relacionarem com seus clientes externos. Mas poucas ainda utilizam essa ferramenta de marketing para, periodicamente, conversarem com seu público interno.
É bom ressaltar, entretanto, que o mesmo cuidado de design que é dado ao cliente externo deve ser dado ao interno, lembrando que seus colaboradores são os principais formadores de opinião da sua cadeia produtiva.


O que é verdade e o que é enganação!!!!

No meu comentário de fevereiro, levantei a questão das ações sócio-ambientais e registrei o seguinte:
A questão da coleta seletiva parece óbvia nos ambientes coorporativos, mas muitas empresas mantêm cestos diferenciados que após recolhidos vão para um recipiente comum. Essa atitude além de prejudicar o meio-ambiente, demonstra total falta de ética e transparência da empresa. Manter as aparências não cabe em lugar algum!”

Esse mês foi divulgada uma pesquisa realizada pelos Institutos Akatu e Ethos, cujos resultados reforçam a temática que empresas devem investir em ações sócio-ambientais. Mas segundo afirmou Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu, essas ações devem ser baseadas em valores e princípios éticos consistentes – não sendo apenas uma tentativa de manipulação da imagem mercadológica da empresa.
Os formadores de opinião e o público em geral estão cada vez mais atentos a essas atitudes mentirosas.
Vale a pena conhecer a íntegra dos resultados e comentários.
http://www.akatu.org.br/central/noticias_akatu/2008/akatu-e-ethos-divulgam-nova-pesquisa-a-respeito-da-relacao-do-consumidor-com-a-rse

quarta-feira, 26 de março de 2008

Responsabilidade Social com Responsabilidade







Que todas as empresas devem investir socialmente em “tempos de sustentabilidade” muitos já sabem. E para quem ainda tem dúvidas, sugiro a leitura do artigo publicado no site AKATU (http://www.akatu.org.br/central/opiniao/2008/investimento-social-em-tempos-de-sustentabilidade).
Mas levanto uma questão fundamental para as empresas que adotam, apóiam, patrocinam projetos sócio-ambientais: é muito importante acompanhar e cobrar dos responsáveis uma responsabilidade em relação a continuidade e manutenção desses projetos. Sob o risco da empresa ter o maior patrimônio – SUA MARCA – exposta em projetos literalmente abandonados.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Pequenas empresas: equipe de marketing ou consultoria?

Tenho acompanhado no mercado uma preocupação cada vez maior de pequenos e médios empresários em buscar soluções de divulgar e promover seus produtos e serviços, mas por desconhecimento ou por falta de tempo, acabam desistindo ou ainda investindo em ações sem planejamento que geram resultados pífios.
Por outro lado, investir em uma área de marketing através da contratação de profissionais pode ser inviável já que os encargos, benefícios e a estrutura física e recursos para disponibilizar a equipe podem onerar demasiadamente os custos administrativos das empresas com esse porte.
Uma alternativa que está disponível no mercado é o consultor de comunicação e marketing. Vários são os profissionais especializados e com vasta experiência adquirida no decorrer de sua carreira.
Esses consultores podem assessorar o empresário traçando um planejamento estratégico focado na consolidação da marca junto aos seus players e consequentemente gerar resultados e crescimento a médio prazo.
O trabalho de consultoria pode finalizar com a entrega de um plano de ação, ou ainda com a continuidade do trabalho desse profissional em implantar as ações.
Se compararmos os investimentos, chegaremos a diferenças significativas e o custo benefício para a empresa contratante será bem atraente.
A empresa iniciará, portanto, uma cultura para investir em comunicação e marketing e ao começar a obter resultados poderá aí sim, pensar em contratar profissionais formados gabaritados para dar continuidade ao trabalho anteriormente plantado.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O Marketing Institucional agregando valor a pequenos negócios

A criatividade nas ações de marketing institucional (social, cultural, esportivo, ambiental) deve preferencialmente ter sinergia com o “negócio” da empresa.
Como exemplos consagrados: seguradoras que atuam na carteira de automóvel desenvolvem campanhas educativas de prevenção de acidentes no trânsito. Uma rede de fast food incentiva campanha de coleta e reciclagem de óleo de cozinha junto a comunidade ao seu redor. Uma operadora de saúde ministra palestras sobre medicina preventiva para funcionários e associados.
E pensando em pequenas empresas: uma clínica médica ou odontológica pode disponibilizar um dia por mês para atender pessoas carentes. Uma academia de ginástica pode incentivar os exercícios físicos dirigidos a população de terceira idade com uma ação promocional diferenciada ou ainda convidar um laboratório parceiro criando dias temáticos de cuidado com a saúde, realizando testes de glicemia e colesterol. Uma escola de idiomas pode criar um prêmio de literatura estrangeira e ao ganhador oferecer uma bolsa de estudos.
Pequenas ações como estas geram valor a marca. Ganham empresa, funcionários, clientes, comunidade.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Responsabilidade sócio-ambiental ao alcance das Pequenas

Estamos vivendo em um momento de oportunidades para que toda empresa, independentemente de seu porte, faça a sua parte no quesito responsabilidade sócio-ambiental. Não é um privilégio somente de empresas que investem pesado em limpezas de rios, criação de cooperativas, adoção de escolas ou hospitais, em que é necessário um grande investimento de recursos humanos, tecnológicos e financeiros.
Uma pequena empresa pode começar, por exemplo, levantando o índice de analfabetismo de parentes próximos de seus funcionários como pais, avós e tios e posteriormente capacitar funcionários voluntários para darem aulas de alfabetização. Ou ainda, dando aulas de educação financeira para seus funcionários e seus cônjuges e filhos. Essa mesma empresa pode contribuir com o meio-ambiente implantando a coleta seletiva de seu lixo e da comunidade ao redor (1)
Vamos supor que a empresa acima seja uma clínica médica, um consultório dentário, um escritório de advocacia, uma confecção, uma academia de ginástica, uma distribuidora de alimentos, uma escola de idiomas. Não importa. O que importa é que pequenas ações como essas exemplificadas podem fazer muita diferença para clientes internos e externos e para a comunidade em que estejam inseridas. Clientes se tornam fiéis a marca e a empresa se diferencia da concorrência. E essas ações podem se transformar em notícias gerando mídia espontânea em jornais, revistas, rádio e tvs.

(1) A questão da coleta seletiva parece óbvia nos ambientes coorporativos, mas muitas empresas mantêm cestos diferenciados que após recolhidos vão para um recipiente comum. Essa atitude além de prejudicar o meio-ambiente, demonstra total falta de ética e transparência da empresa. Manter as aparências não cabe em lugar algum!