Estamos vivendo em um momento de oportunidades para que toda empresa, independentemente de seu porte, faça a sua parte no quesito responsabilidade sócio-ambiental. Não é um privilégio somente de empresas que investem pesado em limpezas de rios, criação de cooperativas, adoção de escolas ou hospitais, em que é necessário um grande investimento de recursos humanos, tecnológicos e financeiros.
Uma pequena empresa pode começar, por exemplo, levantando o índice de analfabetismo de parentes próximos de seus funcionários como pais, avós e tios e posteriormente capacitar funcionários voluntários para darem aulas de alfabetização. Ou ainda, dando aulas de educação financeira para seus funcionários e seus cônjuges e filhos. Essa mesma empresa pode contribuir com o meio-ambiente implantando a coleta seletiva de seu lixo e da comunidade ao redor (1)
Vamos supor que a empresa acima seja uma clínica médica, um consultório dentário, um escritório de advocacia, uma confecção, uma academia de ginástica, uma distribuidora de alimentos, uma escola de idiomas. Não importa. O que importa é que pequenas ações como essas exemplificadas podem fazer muita diferença para clientes internos e externos e para a comunidade em que estejam inseridas. Clientes se tornam fiéis a marca e a empresa se diferencia da concorrência. E essas ações podem se transformar em notícias gerando mídia espontânea em jornais, revistas, rádio e tvs.
(1) A questão da coleta seletiva parece óbvia nos ambientes coorporativos, mas muitas empresas mantêm cestos diferenciados que após recolhidos vão para um recipiente comum. Essa atitude além de prejudicar o meio-ambiente, demonstra total falta de ética e transparência da empresa. Manter as aparências não cabe em lugar algum!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
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