quarta-feira, 5 de novembro de 2008

"Gestão de marcas – A marca como cultura da organização"

Fui assistir a uma palestra hoje no Ibmec (workshop semanal do ENDEAVOR) do executivo Fernando Martins – Diretor de Comunicação e Marketing Corporativo do Banco Real – Santander e sai de lá com mais convicção ainda que o meu trabalho junto aos meus clientes está correto e coerente com o que acredito serem os “ativos” mais importantes de uma marca. Vejam o que ele citou e que afirmou praticar no Banco Real:
1.Capital Humano
2.Cultura Organizacional
3.Tecnologias Inovadoras
4.Base de Clientes (não só em quantidade, mas em qualidade: conhecer o perfil de cada um)
5.Sistema de Produção e Distribuição
6.Satisfação dos Clientes (internos e externos)
7.Canais de Acesso (comunicação integrada)
8.Geração de Conteúdo ( conteúdo relevante relacionado ao negócio e dirigido a todos os públicos de relacionamento)

Ele destacou que a construção de uma marca começa dentro de casa.
E ainda, que todos na empresa, do faxineiro ao presidente, têm que estar alinhados com a Missão, Visão e Valores (DNA da empresa). Do contrário não existe coerência nas ações, atividades e discurso.

Para assistirem a palestra inteira acessem o site do Endeavor e pesquisem o vídeo. É necessário antes se cadastrarem no site.
http://endeavor.isat.com.br/

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Como sensibilizar a liderança na disseminação de informações junto a sua equipe

A visão estratégica deve começar de dentro para fora porque muitas questões internas de uma empresa influenciam no atendimento, na entrega do produto ou serviço e sendo assim, impactam na satisfação do cliente.

“Não existe Comunicação Interna bem sucedida sem o trabalho conjunto com Recursos Humanos”. É necessário engajar o público interno no planejamento, levantando o entendimento da liderança as mais variadas situações.

Os profissionais de comunicação precisam desenvolver habilidades para envolver as lideranças e obter os resultados esperados pelos executivos. Na prática, seguem alguns procedimentos que geram a aproximação da comunicação com a gestão de pessoas, para tornar o trabalho mais estratégico:

1)Pesquisa como processo de relacionamento, engajando gestores desde o início das atividades, sejam elas um plano de ação, uma campanha ou um planejamento de área.
2)Comitê de comunicação como instrumento de disseminação. Dentro do planejamento é uma forma de sustentar o processo, garantir representatividade e disseminação das informações. A formação do grupo deve partir de um convite da liderança identificando habilidades naturais para comunicação de cada participante. Para não haver acomodação, propõe diversidade de cargos e funções e a renovação do grupo anualmente.
3)Desenvolvimento de competências que auxiliem no desempenho e na boa comunicação
4)Política de comunicação como forma de educar e guiar os gestores
5)Workshops como treinamento e ensinamento das práticas de comunicação e seus benefícios.
6)Veículos específicos para gestores com o intuito de esclarecer qual seu papel nos processos de comunicação e liderança.
7)Apresentação da comunicação no manual de integração para tornar visível o modelo adotado e seu funcionamento a todos que iniciam suas atividades na empresa.

Além disso, as empresas têm o dever de informar e o funcionário o dever de se informar. Partindo deste princípio, a Comunicação e o RH devem envolver o público interno com veículos, ações e iniciativas associadas à disseminação da Missão, Visão e dos Valores Corporativos. Desta forma, é uma obrigação dos gestores não só conhecer e disseminar as estratégias corporativas, mas cobrar o desempenho de suas equipes em resposta a este estímulo.

Em suma, é fundamental a discussão da formação de líderes de forma mais ampla, somando o conhecimento de comunicação e gestão de pessoas para um melhor resultado. A comunicação interna é uma área de conquista de pares, onde as bases são as trocas e a humanização das relações de trabalho.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Empresas Fabricantes de Bebidas são responsáveis?

Com a nova Lei Seca em vigor há uma semana, acredito que campanhas e ações de responsabilidade social concretas dirigidas a jovens e adultos possam ser oportunas e agregarem valor às marcas fabricantes de bebidas, principalmente cerveja, uma das mais consumidas por jovens e adultos. É importante lembrar que talvez essas ações possam no futuro substituir o Marketing agressivo hoje permitido através de campanhas publicitárias na TV, mas que provavelmente terão o mesmo destino que as de cigarro.

Visitei alguns portais dessas empresas e, como cidadã formadora de opinião não achei convincente o que elas vêm apresentando como projetos de prevenção no que se refere a mistura de álcool e direção.

Com a Lei Seca, o transporte público terá que atender a população que bebe e que tem que voltar para suas casas. Por que não essas empresas subsidiarem esses transportes, principalmente em concentrações de bairros, no caso de São Paulo, Vila Madalena, Vila Olímia e Tatuapé? Em contrapartida, podem trabalhar a sua imagem promocionalmente.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Comunicação interna segmentada


Os veículos de comunicação interna tradicionais sempre são necessários e fundamentais para que a Empresa se relacione com seus colaboradores: jornal, mural, e-mail marketing.

No entanto, assim como na relação com seus diversos públicos externos, quanto mais segmentada a linguagem e o veículo, mais eficácia nos resultados.

Que tal entregar para motoristas de caminhão (funcionários de empresas de transportes) um CD com linguagem de rádio que combina entretenimento e informação. A Small Distribuidora de Combustíveis está distribuindo um CD com uma hora de duração contendo música, dicas de direção segura, saúde, campanhas de incentivo, informações sobre a cultura organizacional, entrevistas, dentre outras. O motorista poderá em suas viagens atualizar seus conhecimentos e melhorar seu desempenho profissional através do CD.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Uma ação simples e eficaz para a Comunicação Interna


A comunicação através de e-mail marketing já é amplamente utilizada pelas empresas para se relacionarem com seus clientes externos. Mas poucas ainda utilizam essa ferramenta de marketing para, periodicamente, conversarem com seu público interno.
É bom ressaltar, entretanto, que o mesmo cuidado de design que é dado ao cliente externo deve ser dado ao interno, lembrando que seus colaboradores são os principais formadores de opinião da sua cadeia produtiva.


O que é verdade e o que é enganação!!!!

No meu comentário de fevereiro, levantei a questão das ações sócio-ambientais e registrei o seguinte:
A questão da coleta seletiva parece óbvia nos ambientes coorporativos, mas muitas empresas mantêm cestos diferenciados que após recolhidos vão para um recipiente comum. Essa atitude além de prejudicar o meio-ambiente, demonstra total falta de ética e transparência da empresa. Manter as aparências não cabe em lugar algum!”

Esse mês foi divulgada uma pesquisa realizada pelos Institutos Akatu e Ethos, cujos resultados reforçam a temática que empresas devem investir em ações sócio-ambientais. Mas segundo afirmou Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu, essas ações devem ser baseadas em valores e princípios éticos consistentes – não sendo apenas uma tentativa de manipulação da imagem mercadológica da empresa.
Os formadores de opinião e o público em geral estão cada vez mais atentos a essas atitudes mentirosas.
Vale a pena conhecer a íntegra dos resultados e comentários.
http://www.akatu.org.br/central/noticias_akatu/2008/akatu-e-ethos-divulgam-nova-pesquisa-a-respeito-da-relacao-do-consumidor-com-a-rse

quarta-feira, 26 de março de 2008

Responsabilidade Social com Responsabilidade







Que todas as empresas devem investir socialmente em “tempos de sustentabilidade” muitos já sabem. E para quem ainda tem dúvidas, sugiro a leitura do artigo publicado no site AKATU (http://www.akatu.org.br/central/opiniao/2008/investimento-social-em-tempos-de-sustentabilidade).
Mas levanto uma questão fundamental para as empresas que adotam, apóiam, patrocinam projetos sócio-ambientais: é muito importante acompanhar e cobrar dos responsáveis uma responsabilidade em relação a continuidade e manutenção desses projetos. Sob o risco da empresa ter o maior patrimônio – SUA MARCA – exposta em projetos literalmente abandonados.